Comecei a fazer força.. aquela força que só uma mãe sabe fazer.. uma força que doí mas é necessária... Dái estava quase chegando ao fim uma gestação tão sonhada e esperada.
Minha filha vem ao mundo, no momento que seria o mais feliz da minha vida, se tornou inesquecivelmente triste e doloroso pra mim.
Os médicos fizeram todo o procedimento necessario (devo omitir um fato por ter sido terrivel). Bom, o médico ainda me disse ser menina e eu já sabia. Durante todo esse tempo eu estava no pre-parto (lugar aonde as maezinhas aguarda anciosas a hora "H".. então me levam para a sala de cirurgia, levo uma anestesia e completam o processo com uma curetagem. O médico vendo a minha placenta me pergunta se FUMO, TENHO PRESSÃO ALTA OU DIABETES .. diante das minhas negativas ele simplesmente fica sem explicação para a morte de Manu. E só resta como resposta VONTADE DE DEUS.
Quero então ver minha filha, mas sou aconselhada a não ve-la.. confesso que fraquejei temendo uma dor ainda maior. E não a vi. Porém hj sei que deveria te-la visto. Só vi um pedacinho dela.. costas e perninhas. Descobri que ela tinha 31 cm (muito pequena para 6 meses).
Bom, o pior já passou.. Será?
Tinha que esperar a anestesia passar, fiquei na salão de recuperação, consegui um telefone e liguei para o meu marido, dizendo que tudo já estava bem (se é que pode se dizer "bem"). Não tinha minha filha em mim, não sentia minhas pernas e estava sozinha... e o pior tinha parado (graças a por pouco tempo) de acreditar em DEUS. Me sentia só e queria sinceramente morrer. Queria, naquela hora, que tivesse ido eu ao inves dela ou ter ido junto da minha filha.
Eu lá no hospital e na minha casa meu pai, minha mãe e meu esposo sabendo que eu estava bem. Respiraram aliviados, só que por pouco tempo.. enquanto eu ainda me recuperava a assistente social liga para eles para que fossem ao hospital. Como pode? Se eu liguei dizendo estar bem e 20 minutos depois ligam para eles irem até lá. Foi uma angustia (diz meu pai) pensaram que eu havia morrido... continuo...
Minha filha vem ao mundo, no momento que seria o mais feliz da minha vida, se tornou inesquecivelmente triste e doloroso pra mim.
Os médicos fizeram todo o procedimento necessario (devo omitir um fato por ter sido terrivel). Bom, o médico ainda me disse ser menina e eu já sabia. Durante todo esse tempo eu estava no pre-parto (lugar aonde as maezinhas aguarda anciosas a hora "H".. então me levam para a sala de cirurgia, levo uma anestesia e completam o processo com uma curetagem. O médico vendo a minha placenta me pergunta se FUMO, TENHO PRESSÃO ALTA OU DIABETES .. diante das minhas negativas ele simplesmente fica sem explicação para a morte de Manu. E só resta como resposta VONTADE DE DEUS.
Quero então ver minha filha, mas sou aconselhada a não ve-la.. confesso que fraquejei temendo uma dor ainda maior. E não a vi. Porém hj sei que deveria te-la visto. Só vi um pedacinho dela.. costas e perninhas. Descobri que ela tinha 31 cm (muito pequena para 6 meses).
Bom, o pior já passou.. Será?
Tinha que esperar a anestesia passar, fiquei na salão de recuperação, consegui um telefone e liguei para o meu marido, dizendo que tudo já estava bem (se é que pode se dizer "bem"). Não tinha minha filha em mim, não sentia minhas pernas e estava sozinha... e o pior tinha parado (graças a por pouco tempo) de acreditar em DEUS. Me sentia só e queria sinceramente morrer. Queria, naquela hora, que tivesse ido eu ao inves dela ou ter ido junto da minha filha.
Eu lá no hospital e na minha casa meu pai, minha mãe e meu esposo sabendo que eu estava bem. Respiraram aliviados, só que por pouco tempo.. enquanto eu ainda me recuperava a assistente social liga para eles para que fossem ao hospital. Como pode? Se eu liguei dizendo estar bem e 20 minutos depois ligam para eles irem até lá. Foi uma angustia (diz meu pai) pensaram que eu havia morrido... continuo...


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